sexta-feira, maio 11, 2007

Uma cidade de William Wilsons

Não sei se o fenómeno se deve a algum irrepetível alinhamento cósmico, ou se uma convenção internacional de agências de sósias está a decorrer em Lisboa, mas em pouco menos de quatro horas vi a Charlotte Rampling na rotunda do Areeiro, o George Bataille a pedir esmola no Cais do Sodré, e o Milton Friedman a renovar o BI na Loja do Cidadão nos Restauradores.

2 comentários:

major disse...

Meu caro Rogério, tendo tu regressado à capita da metrópole, exige-se, dentro da sensatez e da tua capitosa agenda, um encontro over a pinto. Or two. Agenda de trabalhos:Idiossincrassias sortidas, a back up bet: uma arte perdida, Nabokov e Larkin e um pouco de bola. Se sim, é dizer.

Um abraço,
Nuno

Anónimo disse...

É assim, meu caro. Lisboa está tão moderna que até tem buracos espacio-temporais, conhecidos como os sobrecolos (over-lap).