segunda-feira, janeiro 07, 2008

Os leitores do Abrupto não escrevem coisas assim

LB said...
Um preto a fazer surf é coisa que não vê todos os dias, até porque eles têm um medo instintivo da água. E o nome soa demasiado a Obama Bin Laden. Teria mais sorte se se chamasse Zippy Chippy.
14:58

Anónimo said...
ó lb pensa que o surf é uma velha tradição nórdica?
18:57

LB
said...
Claro. Quem não conhece o grande big wave rider do século IX, Haklang Skáldaspillir Rauða?
12:53

dude said...
Toda a gente sabe que o Haklang Skáldaspillir Rauða era do bodyboard.
15:37

cj
said...
Quanto ao surf, têm os dois uma certa razão, já que o dito desporto teve como principal impulsionador Duke Paoa Kahanamoku (havaiano), quando foi campeão olímpico de natação nos jogos olímpicos de... Estocolmo e se assumiu como surfista (um sair do armário, à época)
18:51

Vas Copulido said...
(. . .) Vou agora dedicar-me a estudar a biografia do senhor Haklang Skáldaspillir Rauða. O comentário deixado por cj recordou-me um trabalho dos tempos de juventude, sobre a vida e obra de Gunnlæif Ingulbjörn Viðförla, essa figura mítica que lançou as bases do que hoje conhecemos como kitesurf e também ele nadador olímpico nos Jogos de Estocolmo e que mais tarde veio a ser vereador da cultura em Harstad, Ostergötland. Faleceu em 1972, infelizmente.
20:13

cj
said...
Obviamente com o contributo do seu discípulo, muitas vezes esquecido, Æskil Iogæir Sturlubók, cujo fim foi bem mais enigmático, ao decidir deambular pelas ilhas do pacífico sul em busca do aperfeiçoamento da adaptação da vela à prancha e, ao que consta, muito próximo de Marcel Mauss, tendo influência, inclusive, na observação do potlatch e na teoria da troca desenvolvida pelo citado, que deu origem ao famoso ensaio sobre a dádiva.Regressou depois à Europa com este, vivendo os seus últimos dias em Saint-Tropez, com graves perturbações psíquicas, derivadas do uso prolongado do chá de um cacto alucinogénico das ilhas, mas de modo confortável, já que uma velha baronesa se apaixonou pelas suas aventuras e, não tendo herdeiros lhe deixou em herança a sua fortuna, a qual foi doada, em 1977, ano da sua morte, a Gilbertus Panhuise, que obteve a patente, usando uma prancha de windsurf.
22:59

4 comentários:

Anónimo disse...

Não acho graça. Leiam Snorri. Não apenas o Snorri mais facilmente apropriavel do «Lamento», mas o Snorri da Edda. Mas enfim, se querem mesmo ceder ao entusiasmo fácil do apócrifo, pouco se pode fazer.

cj disse...

Isto não é nada, para quem já teve a oportunidade de ler caixas de comentários do início do blogue do Julinho.
Ainda assim, pegando ainda no yesterday man e já que o assunto diz respeito a comentários, deixo um post meu de Outubro de 2006, o qual, consistindo apenas de um título e de uma youtubadela, gerou a caixa de comentários que podes conferir:

http://almadoeter.blogspot.com/2006/10/predictions.html

A última intervenção desse monstro da dialéctica que dá pelo nome de (tss, tss) Julinho, é mítica, já que terá sido das mais longas de que a blogoesfera tem memória.

R. Casanova disse...

É engraçado como todos os groupies do Julinho têm cromos para a troca.
Eu cá acho que esta caixa de comentários (com o Eduardo do Agrafo) leva a palma:
http://yesterdayman.blogspot.com/2005/10/leitmotif.html

cj disse...

Sem dúvida, a caixa de comentários desse post já é (se não é devia ser) um clássico.
Aliás, foi precisamente por aí que eu tomei contacto com o blogue dele.
hmmm...